Amarante

Cineasta Cícero Filho do filme “Ai Que Vida!” recebe título de Cidadão Amarantino

Aconteceu na noite dessa quarta-feira (04), a segunda etapa da entrega de título de cidadão amarantino, que faz parte da programação dos 150 anos de emancipação politica do município de Amarante Piauí. O título é concedido a pessoas nascidas em outras cidades, mas que prestaram serviços relevantes para Amarante e contribuem para o desenvolvimento do município. Cerca de 30 pessoas receberam o título honorifico.

O cineasta Cícero Rodrigues Filho, diretor do filme “Ai que Vida” , foi um dos que receberam o título de cidadão do município piauiense de Amarante. A honraria foi concedido pela vereadora Cinara Queiroz (PT). A propositura tem como objetivo prestar uma justa homenagem ao jovem cineasta, profissional que se destaca pelo empenho e dedicação ao patrimônio histórico e cultural do município.

O filme continua produzindo público e tem mais de 13 milhões de visualizações. O roteiro e produção das filmagens, em sua quase totalidade, foram realizados no município e, entre os atores, pessoas de Amarante. A importância da relação Amarante e o Filme “Ai que Vida” é tão grande que muitas pessoas visitam a cidade apenas com o objetivo de conhecer os cenários do filme de Cícero Filho. Isso se torna um orgulho para os amarantinos. “Pessoas que demonstram amor à Amarante e leva o seu nome e suas riquezas naturais para todo território nacional e até para fora do país, merece desta Casa Legislativa, o reconhecimento e apreço. O nosso irmão adotivo, merecedor do Título de Cidadania, desde criança tinha inclinação para criações cinematográficas, produzindo curtas metragens com os membros da família e amigos. Todos que conheciam o Cícero Filho em sua fase de adolescente, acreditavam que o mesmo seria vitorioso em suas pretensões. E essa conquista se deu quando Cícero frequentava o Curso de Comunicação Social na Faculdade Santo Agostinho”, disse a vereadora Cinara Queiroz.

Um pouco de sua história com Amarante

Com ajuda da Instituição de Ensino (Santo Agostinho), Cícero com uma simples máquina de filmagens, considerada amadora, produziu os sucessos reconhecidos pelo público e pela crítica especializada: film Entre o Amor e a Razão e Ai que vida. Foi o conhecimento com a amarantina, Irisceli Queiroz, companheira de sala de aula da Faculdade Santo Agostinho e atriz nas duas primeiras grandes produções de Cícero Filho, e seu pai professor e advogado Virgílio Queiroz, que o convidou a passar um final de semana em Amarante, que despertou no jovem cineasta a vontade da produção de sua obra prima, aproveitando o cenário da cidade. Ele veio e se encantou e, quando lhe é possível, nos visita, como ele gosta de dizer: para matar saudade.

Além da produção do filme “Ai que Vida”, Cícero Filho produziu um documentário protagonizado por pessoas de Amarante, cujo o título é “O Baile Cor de Rosa”. Recentemente, Cícero produziu um excelente documentário: “Eli Sibita, sua Arte e sua Vida”. Valorizando um dos maiores símbolos da cultura amarantina.

Cícero Rodrigues Filho nasceu em 27 de dezembro de 1983, em Poção de Pedras – Maranhão, filho de Irene Macêdo do Vale e de Cícero Rodrigues do Vale, Graduado em Comunicação Social – Jornalismo pela Faculdade Santo Agostinho, Teresina – Piauí. Trata-se de um jovem diretor e roteirista conceituado, proveniente de uma pequena cidade do interior do Maranhão e que se apresentou ao cinema comercial com o drama “Entre o Amor e a Razão”, em 2006. Em 2007, Cícero Filho desponta nacionalmente com a comédia “Ai que vida”, sucesso estrondoso no mercado informal, alcançando milhares de brasileiros, superando, inclusive nas primeiras semanas, nos cinemas de Teresina, a megaprodução “Harry Potter e a Ordem da Fênix”.

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