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Com o fim da Uespi em Amarante, governo doa prédio para a prefeitura

O prédio onde funcionava a Universidade Estadual do Piauí (Uespi), que foi extinta no município por falta e iniciativa dos gestores locais em busca de investimentos com o Governo do Estado.

O anuncio da doação do prédio foi feito pelo prefeito Diego Teixeira (PP) para um site ligado a atual gestão no município.

Vistoria no prédio onde funcionava a Uespi em Amarante (foto: somos noticias)

Uespi encerra suas atividades acadêmicas em Amarante

O núcleo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), está com dias contados em Amarante. A informação do fim da maior instituição pública de ensino superior acadêmica do estado do Piauí no município foi repassada no dia 17 de abril de 2018, pelo reitor da universidade, Nouga Batista.

Atualmente, a única formação superior que existe no momento no núcleo da Universidade Estadual do Piauí no município é do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor/Uespi), que já está com dias contados devido à conclusão de defesas dos cursos oferecidos dessa modalidade, como por exemplo do curso de Letras Espanhol, que já tem data marcada no mês de setembro para a solenidade de formatura.

Um Termo de Cessão de de nº 007/2011 do prédio da universidade no município, foi encaminhado ao governador Wellington Dias no mês de março. Este termo é utilizado no sentido de transferir, para algo ou alguém, bens ou o direito de posse sobre alguma coisa, por exemplo. Sendo também usual no contexto de permissão para licença ou outorga.

A reitoria geral da universidade declarou à imprensa que se o houvesse por parte do Governo do Piauí a decisão de continuar oferecendo cursos de ensino superior, a UESPI manteria o prédio para justificar a despesas de manutenção ao Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI).

A única oportunidade que a população de Amarante terá para ingressar no Ensino Superior é por meio da política de formação nas cidades através do modelo da Universidade Aberta do Piauí (UAPI), que terá no próprio município e cidades vizinhas como Regeneração, Francisco Ayres, Tanque do Piauí entre outras.

Nouga Batista, Reitor da UESPI

Para novos cursos, prefeito e vereadores deveriam ser cobrados

Para que não acontecesse o fim das atividades acadêmicas da Universidade Estadual do Piauí no município de Amarante, o prefeito e vereadores deveriam ser cobrados. Todas universidades pública presente nos municípios do Estado depende da força política entre governo estadual e municipal através da Expansão e Manutenção do Ensino Superior.

“Cada deputado recebe cerca de R$ 1 milhão de emendas que podem destinar a áreas específicas do setor público. Eles podem usar parte desse recurso para utilização de cursos em núcleos como o da UESPI em Amarante”, disse o reitor Nouga Batista na época para o Somos Notícias.

Prefeito de Amarante havia garantido manutenção da UESPI

No dia 31 de janeiro de 2017, o prefeito Diego Teixeira (PP), garantiu que a Universidade Estadual do Piauí ofereceria um vestibular do curso de Administração, em março do mesmo ano. A informação foi divulgado após um encontro com o governador juntamente com o suplente de deputado Cicero Magalhães.

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